As 7 Raças Raízes - A 4º, a Atlântida

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A poderosa civilização anterior a nossa, a Atlântida, deu origem aos povos civilizados do golfo do México, Mississipi, Amazonas, Costa do Pacífico da América do Sul, Mediterrâneo, Costa Ocidental da Europa e África, Mar Negro e Cáspio. 

A Atlântida foi o Jardim do Éden, antes do grande diluvio, os Jardins das Hespérides, os Campos Elíseos, os Jardins de Alcino, o Olimpo, o Paraíso contado pelos povos antigos. Os primeiros povos viveram durante algum tempo gloriosos momentos de paz e felicidade.

Os deuses dos gregos, fenícios, hindus e escandinavos eram na verdade os reis, rainhas e heróis da Atlântida.

A mitologia do Egito e Peru representa a primitiva religião de Atlântida, ela consistia na adoração ao Sol.

A colônia mais antiga dos atlantes provavelmente se encontrava no Egito, cuja civilização era uma reprodução do deste continente.

Os instrumentos da Idade do Bronze da Europa derivavam da Atlântida. Os atlantes foram também os primeiros fabricantes do ferro.

O alfabeto dos fenícios se originara de um alfabeto atlante, o qual foi passado aos maias da América Central.

A cultura fenícia é atlante!

O dilúvio bíblico é uma descrição da submersão da Atlântida.

A Atlântida era o berço das nações das famílias arianas e indo-europeias, bem como dos povos semitas e possivelmente também das raças uralo-altaicas. 

Algumas pessoas escaparam em embarcações e levaram para o Leste e Oeste as notícias da catástrofe, as quais foram preservadas nas lendas do Dilúvio, tanto no Novo quanto no Velho. Ainda hoje diversas culturas dos quatro cantos do planeta, principalmente as indígenas, possuem esses conhecimentos, pois os índios descendem dos atlantes. 
 

Cartes Generales, de Nicolas Sanson

As Américas como Atlântida era dividida em dez reinos: 

1. Gadiros corresponde ao Canadá e norte dos EUA

2. Atlas ao México e América Central

3. Anferes à Colômbia

4. Venezuela, Guianas e Mneseu à Amazônia

5. Autócton ao Nordeste e Centro do Brasil

6. Elasipo ao Sul do Brasil

7. Uruguai e partes do Paraguai e Argentina:
Mestor ao centro da Argentina partes do Paraguai e Bolívia

8. Azaes à Patagônia

9. Diaprepes ao Chile

10. Eudaimon ao Peru, Equador e parte da Bolívia

 

As suas 7 sub-raças:

Sub-raça - Rmoahal
Sub-raça - Tlavatli
Sub-raça - Tolteca
Sub-raça - Turânia Original
Sub-raça - Semita Original
Sub-raça - Acadiana
Sub-raça - MongolHu

 

Características físicas dos atlantes

A estatura foi diminuindo, da Raça Lemuriana para a Atlante, os atlantes eram mais densos e foram chamados Titãs. Os Toltecas ainda eram altos, mas já tinham reduzido o seu tamanho. Sua altura média era 2,5 m.

Sua arquitetura
Viviam na fabulosa Cidade das Portas Douradas, um grande centro urbano, com palácios e portos, estruturado em ilhas circundadas por canais artificiais, como o sacerdote egípcio descreveu para o grego Sólon (e Sólon contou a Platão). Na Cidade das Portas Douradas, o oricalcum era o metal mais precioso. Havia templos dedicados a várias deidades, jardins, piscinas ao ar livre, ginásios, instalações militares, como quartéis e um gigantesco hipódromo. 

Tecnologia
Possuíam "telas mágicas" nas quais podiam ver tudo o que acontecia em qualquer ponto da Terra; esferas de luz que acendiam e apagavam com simples movimento das mãos; carros sem cavalos que lançavam raios de fogo branco e lilás; uma imensa frota de navios e "pássaros de prata" que viajavam pelo céu. Também há indícios de haviam naves espaciais que podiam viajar para a Lua e para outros planetas. A ciência atlante criava seres humanos e usava "máquinas mentais subatômicas". Os cristais também eram usados na medicina: um pequeno cristal colocado na palma da mão do paciente mudava de cor oferecendo o diagnóstico da doença.

Clima
Da parte sul do planeta vinha o alento ardente dos vulcões, ainda muito ativos. Do Norte chegavam rajadas de ventos gelados da região polar. No continente Atlante juntavam-se essas duas correntes, pelo que a atmosfera sempre estava sobrecarregada de uma neblina espessa e pesada. A água não era tão densa como agora, continha maior proporção de ar. A atmosfera da Atlântida, nebulosa e pesada, tinha muita água em suspensão.


"The Story of Atlantis", de 1896, Scott-Elliot
Esse teósofo e discípulo de Blavatsky aprofundou-se nessa 4ª raça presente no continente de Atlântida e elaborou alguns mapas geográficos desse continente em períodos diferentes, entre as suas catástrofes. E descreve que ela surgiu a 7 graus de latitude norte e a 5 graus de latitude sul, onde atualmente se encontraria a Nigéria. Era uma raça de seres com pele escura com altura variante entre 3 e 3,5 metros. Com o tempo migraram para a costa sul do continente atlante.

A Atlântida está ao nosso redor
O escritor inglês John Michell diz que "a Atlântida está ao nosso redor". Ele se refere à presença de numerosos restos arqueológicos e ruínas megalíticas, ciclópicas que se erguem em tantos lugares da Terra, erigidos sob orientação astronômica muito precisas. Supostamente anteriores à chamada Idade da Pedra (Paleolítico e Neolítico) esses monumentos sugerem que uma civilização de grandes astrônomos e engenheiros existiu antes da Pré-história tal como a descreve a ciência ortodoxa.

Kama Sutra, Maithuna, Tantrismo
É o mais antigo manual de técnicas amorosas e foi escrito pelo sábio Vatsyayana há dois mil anos, é um conhecimento atlante sobre as energias sexuais. (Seus seguidores adicionaram mais 650 posições na lista). Nas primeiras sub-raças atlantes a energia sexual era sagrada e, portanto, preservada, eles as usavam sabiamente. O sexo é tratado com grande importância até hoje na Índia e China (algumas antigas culturas preservadas). Transcrevem uma antiga prática sexual onde o homem e a mulher ao invés de ejacular essas energias, as evaporam internamente e canalizam para seus chacras, os ativando, sem perder o prazer físico, que é justamente ao contrario, ele é maior do que a pratica sexual convencional nos dias de hoje. Na Índia essa ciência é conhecida por Maithuna.

A lenda de Platão
A narrativa de Platão o filósofo grego, foi preservada por pastores egípcios desde o ano 400 a.C. Ela descreve dois diálogos que se referem a uma viagem de Sólon ao Egito, onde ele soube que os sacerdotes egípcios de Sais possuíam registros escritos sobre "uma ilha continental além das Colunas de Hércules chamada Atlântida, o centro de um grande e maravilhoso império" com uma grande população, cidades de telhados de ouro, frota e exércitos poderosos para invasão e conquistas. A Atlântida é descrita como uma civilização avançada, um império de engenheiros e cientistas, tão ou mais avançados tecnologicamente que a nossa civilização. Segundo a lenda, desapareceu há cerca de 12 mil anos em meio a enchentes e terremotos, forçando seus sobreviventes a se refugiarem por todo o mundo. Em muitos pontos nos diálogos, os personagens de Platão referem-se à história da Atlântida como uma “história real” . Platão também parece colocar na história muitos detalhes sobre a Atlântida que seriam desnecessários se ele pretendesse usar isso apenas como um instrumento literário.

Mudança do calendário egípcio
O escritor e sacerdote egípcio Manetho fornece a indicação de que a data em que os egípcios mudaram seu sistema de calendário ocorreu na mesma época em que Platão indica o afundamento da Atlântida.

Tucídides (460 - 400 a.C.)
Nas Guerras do Peloponeso descreveu terremotos e inundações as quais destruíram cidades e ilhas e menciona uma terra a qual também fora atingida chamada Atalante.

Narrativa dos gauleses
Os gauleses, habitantes da antiga Gália, acreditavam que haviam sofrido invasões de um povo cuja terra natal era uma ilha a qual afundara no meio do oceano;

Oceano Atlântico
O fundo do oceano realmente sobe e desce. Pode ser que não saibam, mas o fundo do Oceano Atlântico subiu mais de 3 mil metros em dezembro de 1969; fato esse que poderá ser confirmado na edição de janeiro de 1970 da revista Life. Na região das Bermudas, de repente muitas ilhas começaram a aparecer na superfície. Algumas ainda podem ser vistas, mas a maioria delas afundou de novo. O fundo do oceano esteve a mais de 3 mil metros de profundidade antes dessa época.

Historiadores, Filósofos, Pensadores descreveram a Atlântida.
Outros pensadores gregos, como Aristóteles e Plínio, argumentaram sobre a existência da Atlântida, enquanto que Plutarco e Heródoto, considerado por alguns como o maior dos historiadores antigos, escreveu sobre a misteriosa civilização da ilha no Atlântico como um fato histórico. Um manuscrito intitulado “A Respeito do Mundo” e atribuído a Aristóteles evidencia a crença em outros continentes.

Diodoro da Sicília, antigo historiador grego (séc. I a.C.)
Ele escreveu que milhares de anos antes dos fenícios, havia uma imensa ilha atlântica (no local em que Platão descreveu que a Atlântida estava), e os atlantes eram vizinhos dos líbios; também mencionou que eles tiveram uma guerra com os amazônicos! Dentre outras afirmações e registros, descreveu a Atlântida como uma “ilha de tamanho considerável e situada no oceano a uma distância de alguns dias de viagem da Líbia (entende-se Líbia a África conhecida até então) para o oeste e cujo povo era chamado Atlatioi.


Homero (sec. VIII a.C.)
Em sua Odisséia, refere-se a Scheria, uma ilha afastada no oceano, que ficava depois das Colunas de Hércules a oeste, onde viviam os faécios, “os mais famosos homens” … Faz também uma outra referência à cidade de Aleino, a qual segundo suas descrições, lembra em muito a Atlântida de Platão. Também em sua Odisseia, Homero se refere a duas tribos, uma chamada Atarantes e a outra Atlantes, a qual o nome derivada de uma montanha cônica e arredondada chamada Atlas. Dizem que era tão alta, que seu cume nunca poderia ser visto, pois, as nuvens jamais o permitiriam.

Tucídides (460 - 400 a.C.)
Nas Guerras do Peloponeso descreveu terremotos e inundações as quais destruíram cidades e ilhas e menciona uma terra a qual também fora atingida chamada Atalante.

O grego Kantor 
Ele relata uma visita ao Egito, onde ele viu uma coluna de mármore com hieróglifos sobre a Atlântida.

Heródoto (século V), Apolodoro (século II), Teoponipos (século IV a.C.), Tertuliano (160 - 240), Philo Judaeus (20a.C. - 40 a.D.), Aelius (Claudius Aelianus - século III)
E mais dezenas de outros registros de historiadores famosos Como Como podemos ver, era crença comum os habitantes do antigo mundo mediterrâneo acreditar no afundamento de uma grande ilha continente a oeste dali e também em invasões e dominações de um povo mais desenvolvido.

 

Ela também é descrita na Bíblia!

Ezequiel dedica várias passagens de seu livro a um arquipélago ao qual denomina de “Ilhas Tarsis”.
Fala de suas riquezas, e de uma completa decadência, e por último o aviso de Deus: “farei subir por ti o abismo e muitas águas te cobrirão” (Ez. XXVI-19). E prosseguindo com o texto de Ezequiel (XXVI e XXXII): 

“Disse o senhor: E fazendo lamentações sobre ti, dir-te-ão: como pereceste tu que existias no mar, ó cidade ínclita, que tens sido poderosa no mar e teus habitantes a quem temiam? Agora passarão nas naus, no dia da tua espantosa ruína, e ficarão mergulhadas as ilhas no mar, e ninguém saberá dos teus portos; e quanto tiver feito vir sobre ti um abismo e te houver coberto com um dilúvio de água, eu te terei reduzido a nada, e tu não existirás, e ainda que busquem não mais te acharão para sempre…” 

Também o profeta Isaias fala do desaparecimento da Atlântida com palavras bastante diretas:
“… Ai da terra dos navios que está além da Etiópia; do povo que manda embaixadores por mar em navios de madeira sobre as águas. Ide, mensageiros velozes, a uma gente arrancada e destroçada; a uma gente que está esperando do outro lado, e a quem as águas roubaram suas terras…“(Is XVIII /1-2).

Todas as culturas falam sobre o grande dilúvio, o narrado no Gênesis era um mito comum tanto aos babilônios, assírios, persas, egípcios, gregos, italiano quanto às cidades-estados da Ásia Menor, sem mencionar os povos do Mediterrâneo, Golfo Pérsico, Mar Cáspio e até mesmo Índia e China.

A lenda de Tamandaré, dos índios guaranis, também retrata um dilúvio e a salvação de um casal no alto de uma montanha.

Quase todas as civilizações de nosso planeta sempre possuem uma lenda de um povo desaparecido sob as águas do mar, cujos sobreviventes, que se anteciparam à eminente catástrofe, se espalharam pelo mundo.

Os bascos da Espanha, os guals da França, as tribos das Ilhas Canárias e dos Açores, uma tribo na Holanda e dezenas de tribos indígenas, todas falam de suas origens em uma grande perdida e submersa terra atlântica.

 

Regiões atlantes no Brasil
O planalto que se estende pelos confins do Amazonas e Mato Grosso e se liga ao platô de Goiás, foi a sede de uma dessas ramas atlantes salvas do cataclismo que há 200.000 anos dividiu o continente nas ilhas de Daitia e Ruta. os indígenas de toda essa imensa região, cuja superfície é calculada em 4.000.000 de quilômetros quadrados, conservam envolta na poesia de suas lendas, a história do poderoso Império que alongava seus domínios até as margens do Oceano Pacifico.

As palavras destes remanescentes atlantes, caídos em estado selvagem, são confirmadas pelas inscrições misteriosas abertas nos rochedos, das quais, só no Brasil, se encontram até hoje mais de 3.000, pelos restos de colossais cidades afogadas na espessura das florestas, pelos discos de pedra, semelhante ao celebre "relógio de Montezuma" do Museu Nacional do México, e por uma infinita variedade de objetos de cobre, bronze, prata e ouro artisticamente trabalhados que, aqui e além, vão aparecendo e cuja origem os sábios afanosamente investigam, destacando-se dentre eles o famoso Champollion brasileiro Bernardo Ramos.

Descrição Asteca e Maia

Os índios, especialmente os maias e astecas, diziam ter vindo de uma ilha situada no meio do oceano, mais além do Golfo do México, à qual os astecas chamavam Aztlan, na qual reinava um soberano conhecido como Atlanteoltl, e os maias de Tollan. Artistas maias e astecas esculpiram elefantes, quando na América nunca existiram estes animais [Platão descreve um animal similar ao elefante na Atlântida]. As lendas maias falam de um povo que chegou por mar para a fundação de uma civilização. Antigos escritos dos astecas e dos maias, como o Chilam Balam, Dresden Codex, Popuhl Vuh, Codex Cortesianus e Manuscrito Troano também foram traduzidos como histórias da destruição da Atlântida e Lemúria. O Popol Vuh, o livro sagrado dos Maias, fala de ondas gigantes, dilúvios, céus escuros durante meses, uma chuva escura e gelada, e granizo. Hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas nas selvas da América do Sul e são tão antigas que as tribos indígenas próximas perderam as lembranças de quem as construiu.

Avenidas que seguem para o mar.
Existem na Bretanha antiquíssimas “avenidas” de menires as quais descem pelo litoral do Atlântico e continuam sob o mar. Alguns estudiosos acreditam que estas devam levar as cidades gaulesas que agora jazem sob o mar.

Lewis Spencer
Um mitologista escocês atribui as autorias das pinturas rupestres do Cro-Magnon na Europa aos Atlantes.

Poema de Gilgamés (2.500 A.C.)
No fim do século passado foram descobertas, na colina de Kuyundjik, no Kazaquistão, doze placas de argila, escritas em acádio, que descrevem uma epopeia heroica: o Poema de Gilgamés, tido como o texto mais antigo da humanidade escrita por volta de 2.500 anos antes de Cristo. Gilgamés foi rei de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. O vitorioso herói seria dois terços deus e um terço homem, realiza uma série de proezas e feitos fantásticos. O poema contém o relato exato do dilúvio, precedendo em séculos as primeiras versões manuscritas da Bíblia e do mito de Noé. Na epopeia de Gilgamesh, Noé é chamado de Utnapisti. É considerada como fonte de onde deriva o texto do Gênesis hebreu.

Conhecimento científico superior a nossa civilização.
As construções milenares das pirâmides distribuídas por muitos lugares do globo, construções verdadeiramente colossais, não teriam sido possíveis sem o concurso de alguns conhecimentos geométricos e técnicos superiores, que surgiram em todos os continentes, em civilizações que aparentemente desconheciam princípios elementares de física. Elas apresentam peculiaridades geométricas que ainda a nossa atual ciência não consegue explicá-las em sua totalidade.

Interligação de culturas espalhadas pelo globo
As pirâmides são um tipo de construção muito extensa. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. Como tal conhecimento chegou a culturas tão distintas e em lugares tão distantes do globo? Claro que há alta tecnologia de transporte e de engenharia por trás dessa resposta.

Astronomia avançadíssima herdada pela cultura egípcia
Ela é demonstrada nas inscrições de seus grandes monumentos sagrados, através de um conhecimento assustador do assunto. Os quais deram à luz a muitas descobertas nessa área, pela nossa atual ciência.

Os Códices Maias narram a catástrofe atlante
Dois sacerdotes católicos estudaram sobre a Atlântida, o bispo espanhol Diego de Landa e o abade francês Charles de Bounbourg. O primeiro, famoso por estudar as tradições mesoamericanas no fim da vida, após ter queimado praticamente todos os códices maias (poupou apenas três), observou num relatório que os habitantes do Yucatán diziam ter ouvido de seus ancestrais que sua península fora ocupada por um povo originário do Leste, ao qual Deus salvara, abrindo 12 passagens através do oceano”.  Os estudos de Landa sobre a escrita maia, cuidadosos para a época, mas não comparáveis aos trabalhos contemporâneos serviram de base para Bounbourg tentar traduzir os códices em 1864. Resultado: um deles narrava uma catástrofe que levara ao afundamento de uma ilha chamada Mu, tal qual Platão descrevera no caso da Atlântida.

A catástrofe da Atlântida desequilibrou a formação geológica do planeta
Como um barco quando afunda verticalmente de lado, assim aconteceu com a Atlântida e deixaram os nossos continentes inclinados, como por exemplos:

- A Cordilheira dos Andes inclina-se para o Oceano Pacífico.
- A Europa inclina-se para o mediterrâneo e está mais submersa que o exemplo anterior.
- O continente Asiático inclina-se no mar das Índias.


 

As 4 catástrofes que afundaram a Atlântida
 

A primeira catástrofe 
Há cerca de 800.000 anos


A Atlântida era somente uma parte dos novos territórios em formação após a catástrofe lemuriana, justamente a região resguardada pela lenda grega, a ilha de Posidônia que somente caíra por volta de 9500 a.C. Essa primeira catastrofe deu-se durante o período mioceno, quando o continente se estendia da Islândia ao Brasil, compreendendo o Texas, Yucatan, o Golfo do México, o Lavrador e toda a região que fica entre este país e a Irlanda, a Escócia e o norte da Inglaterra. Após o cataclismo que fez submergir grande parte das terras setentrionais, a Atlântida ficou constituída pelas que ocupavam o Oceano Atlântico, desde 50 graus de latitude norte até o sul do Equador. Essa catástrofe separou o continente atlante da placa América. Várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, inclusive a parte norte do continente que ficava próximo a Groelândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos. Avisado dos acontecimentos o Manu Vaivasvata dirigiu-se para a Meseta do Pamir conduzindo as vergônteas da raça atlante que ficaram fiéis à Lei. Iniciou Vaivasvata o ciclo ariano dando ao povo os dez mandamentos originais, e o Manava Dharma Shastra (Código do Manu).


Entre o primeiro e o segundo cataclismo surgiram outras sub-raças
A 2ª sub-raça atlante, a Tlavatli


Que de acordo com a Sociedade Teosófica apareceu pela primeira vez perto de uma ilha na costa oeste de Atlântida (assim, às margens da América também). Era um povo de menor estatura e pele marrom-avermelhada que logo se espalhara por todo o continente e regiões vizinhas. Foram os primeiros a ter noção de realeza e ambições pessoais. Crê-se que os índios americanos são seus descendentes, combinados claramente com os vindouros mongóis). 
 

No mesmo período a 3ª sub-raça, a Tolteca
Surgiu no continente à 30º de latitude norte. Tal raça estabeleceu a monarquia e a hereditariedade como valores, além de darem origem as nações. Foi a mais portentosa raça atlante. Sua pele era muito mais vermelha que a dos Tlavatlis. Tornaram-se a elite continental e construíram a 'Cidade dos Portões Dourados'.

Manoa
Alguns Teosóficos mais entusiastas dizem ser um antigo reino de Manaus, devido a sua localização e lendas de tribos amazônicas, no leste.

Os incas são descendentes diretos desta raça, assim como os Toltecas secundários, aqueles que foram extintos pelos Astecas no México. 


 

A segunda catástrofe 
Há cerca de 200.000 anos

De menores proporções do que o primeiro, reduziu a Atlântida propriamente dita a duas grandes ilhas uma setentrional denominada Ruta e outra meridional chamada Daitia. A América do Norte e do Sul ficaram separadas, o Egito submergido e a ilha escandinava ligada à futura Europa.

Próximo já do segundo cataclismo surgiu a 4ª sub-raça, a Turânia Original
A filosofia teosófica que se deturpou com reis opressores que se proclamavam deuses, com idolatras e com o uso da magia negra.

A 5ª sub-raça, a Semita original, ramo que dera origem a 5ª Raça Raiz, a Ariana.
Com o entorpecimento humano e declínio Tolteca parece que o grande terremoto de 200 mil anos atrás veio como 'castigo', diz a lenda. 


 

A terceira catástrofe 
Há cerca de 80.000 anos


Dessa vez reduziu a ilha de Ruta à pequena ilha Posseidonis fazendo desaparecer completamente Daitia, acabando com a parte sul.

Entre o segundo e o terceiro abalo, surgiram a 6ª e 7ª sub-raças atlantes, os Acadianos e os Mongóis
Os primeiros deram origem ao famoso Império Acadiano, na Mesopotâmia e a Civilização de Harappa, no Vale do Indus as duas destruídas posteriormente por Arianos; os últimos, diz a teosofia, na verdade nunca pisaram em território atlante, sendo herdeiros de colônias turanianas e acadianas na Tartária à 63º de latitude norte e 140º de longitude leste). Os Acadianos a partir de então governaram por toda Atlântida até Daitya sumir do mapa, quando os Semitas Originais subiram ao poder e do qual somente são retirados com a queda de Posidônia e conseqüente imigração para outros continentes. Dos acadianos nada mais resta, pois foram completamente extintos. Os mongóis deram origem as etnias mongolóides, sino-tibetanas, indo-polinésias, paleo-asiáticas e coreo-nipônicas, mesclando-se também aos indígenas das Américas.

Durante o evoluir deste último cataclismo, Osíris, dirigente atlante e depois deus egípcio, esposou uma princesa egípcia dando origem à dinastia dos reis divinos pós-atlantes daquela região banhada pelo rio Nilo.

 

A quarta catástrofe 
Há quase 12.000 anos


No ano 9.564 antes de Cristo, "o ano 6 do Kan, e 11 Muluk do mês de Zac" segundo as expressões do Codex Troanus escrito há 3.500 anos pelos Mayas do Yucatan, e , que se acha arquivado no museu de Londres.

“No ano 6 de Kan, o 11 de Muluk, mês de Zac, ocorreram horríveis terremotos que continuaram sem interrupção, até o 13 Chuan. O país das lamas de barro, a terra de Mú foi sacrificada. Depois de duas tremendas convulsões, ela desapareceu durante a noite, sendo constantemente sacudida pelos fogos subterrâneos que fizeram com que a mesma tivesse tão trágico destino. O solo, continuamente influenciado por forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares. Por fim, a superfície cedeu. As regiões foram então separadas umas das outras, e depois dispersas. Dez países separaram-se e desapareceram, levando consigo 64 milhões de habitantes. Isto se passou 8060 anos antes da composição deste escrito”.

No British Museum" existe um documento de real importância, que pertence aos arquivos de um antigo templo budista em Lhasa, em língua caldaica, escrito há uns 2.000 anos, que relata este seguinte acontecimento:

"Quando a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só existe mar e céu, as dez cidades, com suas portas de Ouro e templos transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudidas pela tormenta. Eis que uma nuvem de fogo e de fumo se elevou dos palácios. Os gritos de horror, lançados pela multidão, enchiam o ar. Todos buscavam refúgio nos templos, nas cidadelas e o sábio MU (o sacerdote de Rá-MU), apresentando-se, lhes falou:

- "Não vos predisse eu todas essas coisas?"

Os homens e as mulheres cobertos de pedras preciosas e custosas vestes, clamaram:

- "Mú, salva-nos!"

Ao que replicou Mú:

- "Morrereis com vossos escravos, vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles, porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é morrer juntamente convosco"...

"As chamas e o fumo, afogaram as últimas palavras de Mú, que, de braço estendido para o Ocidente, desapareceu nas profundezas do oceano com os 64 milhões de habitantes do imenso continente”.

A Mudança das Eras vem sendo predita por povos ancestrais há milhares de anos. Ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas severas são registradas a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de Precessão dos Equinócios. Tratam-se de ciclos mecânicos da natureza.

 

 

Conheça a 1º e a 2º raça terrestres, a Protoplasmática e a Hiperbórea.

Conheça a 3º raça terrestre, a Lemuriana.

A 5º raça terrestre é a nossa

Faltam duas, a 6º e a 7º raças.
Elas pertencerão a Nova Era da Terra, onde haverá tempos de paz e o amor reinara como princípio básico da vida. 

 

Katia Friozi

Vita Cosciente

 

 

 

 
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