As 7 Raças Raízes - A 3º, a Lemúria

  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar
  • clique para ampliar

A Lemúria não era o que popularmente se diz, 'um continente no Oceano Índico entre a África e a Austrália', até por que não haviam ainda África, nem Austrália, muito menos o Índico. Geologicamente falando, Lemúria é identificada como Gondwana, ou Gondwanaland. Que se fragmentara por volta do fim do período Cretáceo (70 milhões de anos atrás). O que restara de seus territórios formou a África, a América do Sul e a Oceania.  

Além da Austrália, Ilha da Páscoa e costa do Chile, também o Camboja, juntamente com o Japão, China, pedaços do México, entre outras regiões, são partes de terras da Lemúria.

Ela existiu em um continente gigantesco que ficava onde atualmente é o Oceano Pacífico. A Austrália, Ilha da Páscoa, costa do Chile, etc. são partes da Lemúria. Os lemurianos já tinham as formas físicas bem diferentes das raças anteriores, e também bem diferentes de nossa raça. Eram gigantes com mais de 4 ou 5 metros de altura, seus braços e pernas eram bem mais compridos, suas orelhas eram tão grandes que tocavam os ombros. Eram seres esplêndidos e possuíam o poder da vontade de forma descomunal. Com uma simples vontade podiam fortalecer um braço, por exemplo, para pegar o tronco de uma árvore ou pesos muito mais elevados. O poder da vontade que possuíam eram o suficiente para criar seus castelos sem se utilizar à engenharia. Seus olhos eram bem separados mais parecendo olhos de pássaros nas laterais, onde enxergavam a parte frente e de trás. Os lemurianos desenvolveram um olho no meio da testa foi onde ficaram conhecidos como os Ciclopes’ da mitologia. Com este olho no meio da testa, tinham o poder de enxergar as várias dimensões do universo. Quando eles olhavam o ar viam as entidades que habitam no ar, viam as entidades da terra, as entidades da água e as entidades do fogo. Eles viam a alma das pessoas que morreram da mesma forma que vemos em vida. Através deste olho exatamente no Chacra Ajna e seus supra-sentidos, enxergavam até a vida nos outros planetas, etc. Quando chegavam à hora de sua morte, o próprio lemuriano cavava sua sepultura e deitava nela para desencarnar em paz. Eles aceitavam a morte com naturalidade, pois suas percepções extra-sensoriais eram muito mais desenvolvidas, e continuavam vendo os mortos normalmente. Com o passar de milhares de anos, este maravilhoso olho central dos lemurianos foi se atrofiando até se transformar em nossa tão misteriosa glândula pineal.

Foi na Lemúria que ouve a separação dos sexos e também a origem da palavra, falavam usando apenas vogais (sete vogais mágicas) e depois de muito tempo é que surgiu as consoantes.

Nas últimas sub-raças, os Lemurianos se degeneraram assustadoramente transformando-se em miocenos, uma raça de monos progenitores dos  pitencoídes atuais.

O Dr. Rudolf Steiner, extraordinário esoterista e pesquisador nos Registros Akáshicos descreve com maestria o continente lemuriano e inclusive o atlante.
 

“Havia naqueles dias gigantes na terra... Estes eram os valentes que houve na antiguidade, os varões de fama”. 
(Gênesis, cap. 6, vers. 4)

“E todo homem que vimos no meio dela são homens de grande estatura, também, vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e eram aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos”. 
(Números, cap. 13, vers. 32 2 33)

 

1ª à 6ª Sub-raças:
Desconhecidas

 

7ª Sub-raça:
O continente Mu ou Lemúria foi destruído em um único cataclismo por gigantescos terremotos, acompanhados de vendavais, tempestades e erupções vulcânicas. Suas terras foram afundando enquanto toda a sua civilização ia morrendo desesperadas e agonizadas pelo sofrimento e pela fome. Essas regiões não pararam de sofrer como os abalos sísmicos até os dias atuais.

 

Os idiomas da China e do Japão são lemurianos. 

Na Ilha da Pascoa, são encontradas gigantescas estátuas denominadas de MOAIS, que foram construídas pelos Lemurianos em suas últimas sub-raças. São de pedras entalhadas, sendo que a parte de cima pesando mais de vinte toneladas é de um tipo de pedra que não é encontrada na ilha.

Em Gargayam, nas Filipinas, encontraram uma ousada de um homem com 5,18 e altura.
No Paquistão foi encontrado outro esqueleto humano com 3,35 de altura.
Os restos humanos desta natureza são difíceis de encontrar, mas mesmo assim abala e desmascara as estruturas da antropologia materialista e pseudo-palenteologia, que afirmam equivocadamente que o homem veio do macaco.

E em suas últimas sub-raças evoluíram e se degeneraram assustadoramente. Deixaram seus sentidos físicos mergulhar nos egos da luxúria e seus descendentes foram tornando-se animais monstruosos nascidos do pecado. Seus corpos foram reduzindo de tamanho e suas mentes foram-se atrofiando. Os animais símios são descendentes dessa raça e da posterior, a Atlante.

De acordo com antigas lendas de povos que habitavam a América do Sul, muito antes da chegada de Cristóvão Colombo ao "Novo Continente", elas diziam que Mu era um continente rico em ouro, prata e cobre. Elas caíram no esquecimento após a chegada de Cristóvão Colombo à América, que culminou com a dizimação de grande parte da cultura desses povos.

Com o coronel inglês James Churchward, a lendária Lemúria retornou à tona, após alguns séculos. Ele afirmou ter decifrado antigas inscrições em pedra. As inscrições revelavam a existência de Mu, inclusive indicavam a sua localização, ligeiramente abaixo da Linha do Equador. Com extensão de 9.600 quilômetros de Leste a Oeste, e 4.800 quilômetros de Norte a Sul. E quanto a causa de sua submersão, se tratou de uma ação vulcânica, a qual dizimou 64 milhões de pessoas. Segundo estudos posteriores, toda a humanidade descenderia de Mu. 

Eles migraram para diferentes partes do mundo. Os mais poderosos formaram o império Uigur, cuja capital encontra-se até hoje enterrada sob o deserto de Gobi, na Ásia. Um outro grupo, ao final desta raça, colaborou com a formação da posterior Raça Atlante.

Através de um canal marítimo acessavam a América do Sul. Nesta época ainda não teria ocorrido o levantamento da Cordilheira dos Andes. O acesso levava onde até onde hoje fica o Amazonas. Nas margens deste mar amazônico da época se localizaria a legendária cidade de Manoa, hoje território brasileiro. Muitos associam as famosas pirâmides encobertas pela floresta amazônica, como cidades antigas a serem descobertas. 

Mergulhadores descobriram no mar do Japão, precisamente onde se localiza a ilha Yonaguni, construções submersas colossais que estão a 30 metros de profundidade. Arcos, estátuas, avenidas, pirâmides, etc.

 

No British Museum" existe um documento de real importância, que pertence aos arquivos de um antigo templo budista em Lhasa, em língua caldaica, escrito há uns 2.000 anos, que relata este seguinte acontecimento:
 
"Quando a estrela Baal caiu no lugar onde hoje só existe mar e céu, as dez cidades, com suas portas de Ouro e templos transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudidas pela tormenta. Eis que uma nuvem de fogo e de fumo se elevou dos palácios. Os gritos de horror, lançados pela multidão, enchiam o ar. Todos buscavam refugio nos templos, nas cidadelas e o sábio MU ( o sacerdote de Rá-MU), apresentando-se, lhes falou:
 
- "Não vos predisse eu todas essas coisas?"
 
Os homens e as mulheres cobertos de pedras preciosas e custosas vestes, clamaram:
- "Mú, salva-nos!"
 
Ao que replicou Mú:
- "Morrereis com vossos escravos, vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles, porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é morrer juntamente convosco"...
 
"As chamas e o fumo, afogaram as últimas palavras de Mú, que, de braço estendido para o Ocidente, desapareceu nas profundezas do oceano com os 64 milhões de habitantes do imenso continente”.

A Atlântida foi uma continuação da Lemúria, então possuía alguns ensinamentos semelhantes.

 

Descrições feitas pelo Mestre Samael Aun Weor (fundador da escola Gnóstica Universal) sobre a Lemúria:

“Oh! Época dos titãs, a época em que os rios manavam leite e mel! Os lemurianos foram de grandes estaturas e tinham ampla fronte. Usavam simbólica túnicas, brancas na frente e negras atrás. Tiveram naves voadoras e carros propulsionados por energia atômica. Iluminavam-se com a energia nuclear e chegaram a um altíssimo grau de cultura. Esses eram os tempos da Arcádia. O homem sabia escutar, entre as vogais da natureza, a voz dos deuses. Essas sete vogais são: I-E-O-U-A-M-S, que ressoavam no corpo dos lemurianos com toda música inefável dos compassados ritmos do fogo”. 





 

Conheça a 1º e a 2º raça terrestres, a Protoplasmática e a Hiperbórea.
 
Conheça a 4º raça terrestre, a Atlante.
 
A 5º raça terrestre é a nossa
 
Faltam duas, a 6º e a 7º raças.
Elas pertencerão a Nova Era da Terra, onde haverá tempos de paz e o amor reinara como princípio básico da vida. 



 
Katia Friozi
Vita Cosciente

 

 

 

 
foto

A ciência dos Sonhos

Veja mais
foto

As 7 Raças Raízes - A 4º, a Atlântida

Veja mais
foto

As 7 Raças Raízes - As 2 Primeiras

Veja mais
foto

Causa e origem do Ego

Veja mais

 
 
  • Imagem