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Caso “Operação Prato”

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Em meados de 1977 até parte de 1978 precisamente nas regiões amazônicas de Colares, Vigia, Santo Antônio do Tauá, Mosqueiro e na Baía do Sol vários de seus habitantes foram vítimas das extrações de sangue através de objetos voadores não identificados (OVNI) que lançavam potentes fachos de luz que inclusive os paralisavam.
 
O fenômeno ficou conhecido pelas populações locais de diversos estados brasileiros como “chupa-chupa”, em razão das coletas de sangue. Por favor, não confundam esse caso com o do “chupa-cabras”, pois, esse segundo tratava-se de ataques apenas a animais.
 
Colares foi segundo os pesquisadores o epicentro dos acontecimentos. Naquela época a Unidade Sanitária de Colares possuía em sua direção a médica Wellaide Cecim Carvalho, a qual declarou em entrevista que medicou dezenas de pessoas atingidas pela luz misteriosa. As marcas das queimaduras eram algumas triangulares e outras circulares e através delas o sangue era extraído. Após esse processo invasivo as pessoas sofreram com dores de cabeças e febres altas durante muitos.
 
O pânico tomava conta dessas regiões e providências foram formalmente solicitadas à Força Aérea brasileira (FAB). O coronel Camilo Ferraz de Barros, chefe da Segunda Seção do I COMAR, nomeou como comandante da mesma, o coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima, experiente militar formado pela academia da FAB e que já havia enfrentado missões na selva, conhecendo sobremaneira toda aquela região. Hollanda, que era chefe do Serviço de Operações Especiais de Selva da FAB, por sua vez, recebeu uma pasta com alguns documentos acerca das ocorrências que deveria pesquisar de perto. Provavelmente, alguns destes documentos seriam dados obtidos através do Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (SIOANI), uma espécie de relatório elaborado entre todos os comandos aéreos da FAB, com o intuito de reportar constatações de objetos voadores não identificados. Hollanda intitulou aquela manobra militar de Operação Prato, usando a palavra prato numa clara alusão aos discos voadores que geralmente têm formatos de pratos sobrepostos. Ao lado de mais cinco agentes militares do I COMAR, o coronel Hollanda durante mais de quatro meses realizou diversas pesquisas e registros naquela região.
 
Uyrangê tinha um irmão que residia em Colares e cedeu uma casa para ele e sua equipe se instalarem. Na equipe de Hollanda estava um experiente militar, o sargento João Flávio de Freitas Costa que desempenhava múltiplas funções, entre elas as de fotógrafo e desenhista. Flávio foi o responsável pela estratégia da operação, ficando sob suas responsabilidades todos os mapas da expedição. O sargento foi autor de todas as ilustrações da Operação Prato, sobretudo, algumas que incluem seres e naves.
 
Posteriormente, através de nossas pesquisas, descobrimos que Flávio teria cursado além da Escola Militar da FAB, a “Escola das Américas” (School of Arts – SOA), academia militarista norte-americana, famosa por empregar técnicas de torturas e pelas supostas ligações à CIA. Consta que em 1967, João Flávio de Freitas Costa que falava inglês fluentemente teria cursado Counterintelligence (Contra-inteligência) na SOA.
 
Esta informação veio à tona através de um acordo firmado entre a ONG brasileira “Tortura Nunca Mais” com a School of Arts – Watching (SOAW) – entidade que atua como uma espécie de ouvidoria da SOA. No portal da SOAW encontra-se uma relação citando outros militares brasileiros, além de Flávio, que também cursaram a School of Arts durante o período da repressão militar no Brasil. A lista encontra-se hospedada em http://www.soaw.org/new/article.php?id=233.
 
A Operação Prato contou com o apoio de dois helicópteros da FAB, sendo um deles, pilotado pelo próprio coronel Camilo Ferraz de Barros, superior imediato de Hollanda. Além disso, a operação contou também com a contratação, por algumas oportunidades, dos serviços aéreos prestados pelo piloto da aviação civil Ubiratan Pinon Friás, que executou em seu avião particular, diversos voos de reconhecimento por sobre alguns locais onde a Operação Prato montaria seus acampamentos para observações e vigílias. O experiente piloto Pinon chegou a abordar quando entrevistado algumas lembranças e experiências daqueles tempos estranhos envolvendo a “Questão Prato” e os fantásticos acontecimentos luminosos ocorridos na região Norte. Porém, essa entrevista ainda não veio a público.
 
A operação foi executada de setembro a dezembro de 1977 pela Força Aérea Brasileira. Segundo declarou o coronel Hollanda em entrevista para a revista UFO em suas edições nºs 56 e 57, de 1997, a Operação Prato produziu um farto documentário composto por dezenas de filmagens em Super 8 e mais de 500 fotografias mostrando ações de objetos cientificamente inexplicáveis. Quase todo o material foi incorporado a um relatório contendo cerca de 250 páginas, o qual se encontra em poder da FAB e jamais foi divulgado oficialmente. Parte deste material foi enviada com o relatório da operação ao COMDABRA em Brasília e outra foi arquivada pelo I COMAR, segundo informou o coronel Hollanda, posteriormente. Existem fotos obtidas durante o dia, nenhuma chegou as mãos de ufólogos e pesquisadores em geral.
 
As primeiras providências consistiram em ouvir as testemunhas e as próprias vítimas dos estranhos ataques. Podia-se notar o medo e a angústia no rosto das pessoas.
 
Diversos casos foram apurados. Como, por exemplo o da senhora Claudomira Paixão, que na noite de 18 de outubro de 1977, acordou com uma luminosidade que penetrou a sua janela: “O ar tornava-se cada vez mais quente. A luz primeiramente era verde, tocou minha cabeça e atravessou a minha face. Despertei totalmente e a luz tornou-se vermelha. Pude ver uma criatura, como um homem, usando um macacão tal como os de mergulho. Tinha um instrumento como uma pistola. Apontou-o para mim e o objeto brilhou por três vezes acertando-me o peito durante as três ocasiões, quase no mesmo lugar. Estava quente, feria-me, parecia que me espetavam agulhas em todos os três pontos. Penso que me extraíram sangue. Eu estava apavorada, não podia mexer as minhas pernas. Estava aterrorizada!”
 
Inúmeras pessoas foram atendidas com queimaduras graves no Hospital de Colares pela Dra. Wellaide Carvalho. Os potentes raios partiam objetos e chegavam a atravessar os telhados das casas buscando seus moradores. Em Colares foram registradas pelo menos duas mortes devido às severas queimaduras, causadas por aqueles desconhecidos raios.
 
A segunda fase da operação consistia em levantar “in loco” as atividades ufológicas na região. Os militares da Operação Prato nas selvas amazônicas, precisamente na região de Colares no Estado do Pará conseguiram o registro de diversas fotos desses objetos voadores. Algumas fotos não mostravam eles quando reveladas, apenas poderiam ser vistos quando elas eram colocadas em negativo.
 
Segundo revelou anos mais tarde o Coronel Uyrangê, alguns objetos voadores chegavam a menos de 15 metros de altitude. Mesmo quando diversas pessoas civis assistiam as evoluções deles no céu, eles somente se aproximavam onde os membros militares uniformizados da Operação Prato estavam.
 
A Operação Prato, prudentemente, não tinha objetivo de retaliação ou confronto e jamais reagiu contra as investidas daquelas naves.
 
Na região de Mosqueiros um OVNI que se aproximou da equipe militar em baixíssima altitude por várias vezes e seus tripulantes foram descritos como humanoides e dotados de baixa estatura. Foram claramente avistados pelos militares no interior dessa nave. Segundo foi revelado aos membros da Operação Prato pela população de Colares, eles eram pequenos, cerca de 1,15 metro de altura. Mas, existiam outros seres, diferentes nesse caso.
 
Um homem na Baía do Sol declarou ao Coronel Uyrangê que certa noite foi despertado por uma intensa luz vermelha, pulsando através da sua janela. Posteriormente quando se aproximou dela avistou uma nave enorme como um helicóptero sem rotores. Uma luz vermelha pulsava justamente no topo do objeto. Três seres apareciam nitidamente e bem próximo no seu interior: eram altos, cerca de 1,80 metro, com cabelos louros e olhos azuis – usavam roupas brancas com barretes na cor azul. Pareciam estar operando algum instrumento, assim como um computador.
 
Após 36 anos de serviço militar o Coronel Uyrangê se aposentou, passando para a Reserva Remunerada. Ele rompeu um segredo e um angustiante silêncio de 20 anos, precisamente em 1997 ele resolveu revelar e tornar público todos os detalhes da ultra sigilosa Operação Prato. Ele concedeu inclusive uma longa entrevista à Revista brasileira de ufologia UFO, como também a emissora Globo, através do programa “FANTÁSTICO”, o assunto teve repercussão mundial.
 
Dois pesquisadores norte-americanos, o Bob Pratt e a Cynthia Luce, estiveram no Brasil e também realizaram uma entrevista com o Coronel Uyrangê na sua residência, dele obtendo muitas revelações adicionais.
 
Algumas declaraçoes do coronel:
“Eles (referindo-se às populações locais) usavam armas. Muito frequentemente atiravam nos UFOs. Nós constantemente dizíamos: Não atirem! Não atirem! Certa vez uma luz muito forte foi focada em um homem em Colares. um carpinteiro entre 50 e 60 anos. Ele tomou seu rifle e mirou no Disco. A luz o circundou e ele caiu ao chão, quase paralisado. Ele ficou se movendo fracamente durante 15 dias. No primeiro dia ficou abobalhado, podia ver, ouvir, e falar, mas permaneceu estático por vários dias, dificilmente podendo se mover. Os pescadores de Colares também viram UFOs mergulhando e saindo das águas da baía, e por vezes viram suas luzes azuladas movendo-se sob as águas. Certa vez, estava dormindo quando os sargentos (membros de Inteligência da Operação) me disseram que fotografaram um UFO mergulhando na água, perto de um bote. Esperei o pescador chegar à praia e ele me disse o que aconteceu. Declarou-se apavorado. Várias semanas depois, eu mesmo vi uma luz perto de um barco de pesca. Era azul. Circulou o bote uma ou duas vezes por cerca de 300 metros e mergulhou na água….. Sem produzir nenhum ruído, como uma lâmina sendo introduzida na água!”
 
Um dos momentos mais dramáticos da Operação Prato foi quando uma nave esteve a menos de 100 metros de distância dos militares brasileiros. “Fiquei aterrorizado. Em um momento não sabia o que poderia acontecer. Podiam ter nos abduzido. E também poderiam ter feito conosco qualquer coisa que quisessem”
 
Em uma outra ocasião na região denominada “Baía do Sol”, ao Norte de Belém, o Coronel Uyrangê revelou:
“Era perto de 7 horas da manhã, logo após o nascer do sol. Não vimos nada se aproximando. Repentinamente, um enorme objeto discoide, com cerca de 30 metros de diâmetro e e 50 metros e altura, estava flutuando exatamente sobre nós. Fazia um barulho com o de um condicionador de ar. e do meio dele surgia um ruído com o som de uma bicicleta quando pedalada para trás. Emitia uma luminosidade amarelada que aumentava e diminuía, entre dois a três segundos por cerca de cinco vezes. Conforme observávamos, podíamos ver pequenas luzes amarelas e alaranjadas no meio dele. Após a quinta vez, as luzes tornaram-se azuis, e ele então desapareceu com incrível velocidade na direção do mar, sem produzir nenhum som…. Fui também à Ilha de Marajó, por três ou quatro vezes para ver o que estava acontecendo por lá e o povo estava sendo atacado também. Algumas pessoas viram os Discos Voadores flutuando na água, luzes azuladas, e podiam ouvir ruídos parecidos com os de redes de pesca sendo lançadas e então recolhidas. Isso acontecia a cerca de 800 ou 1000 metros da costa”.
 
“Eles não estavam atacando pessoas, estavam COLETANDO MATERIAL…. Estavam cobrindo o espaço aéreo brasileiro em faixas, assim como a nossa fotografia aérea o faz. Estavam se movimentando desde o Maranhão, depois Colares, Marajó, Monte Alegre, Santarém e Manaus, cobrindo a região como se fosse um programa”
 
O coronel descreveu também, o seu encontro, a poucos metros, frente a uma nave “do tamanho de um prédio de 20 andares” e diversos outros encontros com aquelas luzes de todos os calibres que chegaram ao cume de se aproximavam a poucos metros da equipe da Operação Prato, como se soubessem o que aqueles homens estavam fazendo ali. Segundo contou Hollanda, em certa oportunidade, dois agentes do SNI (extinto Serviço Nacional de Informação, da Ditadura Militar no governo do General Ernesto Geisel), fora de serviço, como disse o coronel, também presenciaram, com a equipe, as manobras de um objeto preto em formato discoide com cerca de 30m de diâmetro, que pairou sobre todos eles. O estranho objeto pulsava luzes de forma ordenada e pôde ser contemplado por diversos minutos. Segundo o coronel, este foi um dos mais fantásticos avistamentos que presenciou.
 
“chegamos a verificar pelo menos nove formas de UFOs. Conseguimos determiná-las e classificá-las. Algumas eram sondas, outras naves grandes das quais saíam objetos menores. Filmamos tudo isso, inclusive as naves pequenas voltando ao interior de suas naves mãe, as maiores. Tudo foi muito bem documentado!”
 
É necessário destacar que o coronel Hollanda declarou a Gevaerd e Petit que a Operação Prato partiu para a pesquisa em campo desses objetos desconhecidos sem portarem nenhum tipo de arma de fogo. É de se estranhar que, experientes militares tenham partido para uma missão de perigo na selva, podendo ter contato com objetos e seres de natureza desconhecida, sem levarem consigo nenhuma arma, sequer para se defenderem. Hollanda afirmou que sua equipe partiu desarmada e tão somente com os instrumentos de registro (filmadoras e câmeras fotográficas) e demais equipamentos.
 
E após quase um ano de investigações nas selvas amazônicas, o Ministério da Aeronáutica subitamente suspendeu a Operação Prato, pois, na verdade, não havia muita coisa a ser feita a não ser observar e relatar. Esse fato foi lamentado pelo Coronel Uyrangê.
 
“Eu estava interessado porque vi muitas coisas. Continuei procurando as razões da investidas dos UFOs naquela região, o que estavam fazendo ali, o quê queriam. A Força Aérea não estava mais interessada mas eu estava…. O Governo Brasileiro e a Força Aérea não estavam interessados em publicidade com relação aos UFOs, porque três questões eram frequentemente dirigidas a eles: – Quem são “eles”? De onde vêm? O quê querem? E a Força Aérea não tinha as respostas para essas três questões”
 
Os pesquisadores também perguntaram a ele se nessa Operação em especial trabalhou alguma vez em conjunto com a Força Aérea Americana, a resposta foi:
 
“Não, mas eles estavam interessados, mas nunca trabalhamos juntos. Perguntaram sobre a Operação, mas nunca trabalhamos em conjunto. Queriam saber o que vimos, os fatos. Dois ou três adidos militares da Embaixada Americana em Brasília estiveram em Belém onde explanamos os fatos, almoçamos juntos e tomamos alguns drinques. Eram muitos discretos, penso que tenha sido simples curiosidade ou então dissimulavam muito bem”
 
Pouco mais de um mês após fazer as suas revelações e justamente quando se preparava para realizar uma conferência sobre o assunto, foi encontrado por suas filhas, em 2 de outubro de 1997 enforcado com o cinto do seu roupão de banho no segundo andar da sua casa. A morte foi apurada oficialmente como suicídio por asfixia.
O Coronel Uyrangê era um homem saudável e lúcido, dotado de uma cultura imensa, era hábil piloto de aviões; paraquedista; militar experiente em operações nas selvas, e, além disso foi durante muito tempo alto oficial da base Aérea de Belém. Falava fluentemente o Inglês, o Francês, além de vários dialetos indígenas e por muito tempo foi Oficial do Serviço Secreto de Inteligência Militar. Além disso, vivia muito bem, tinha uma vida tranquila com a sua família.
 
Doutora Wellaide Cecim Carvalho disse em entrevista ao jornal O Liberal (Belém/PA):
“Fui pressionada pela Aeronáutica a convencer as pessoas atingidas pelas luzes conhecidas por chupa-chupa de que elas estavam sendo vítimas de uma alucinação coletiva e que aquilo que elas viram nunca existiu”.
 
Cerca de 80% das ocorrências se davam em mulheres, geralmente jovens. A vítima, após um ataque da luz passava a sentir os sintomas da anemia. A Drª Wellaide descobriu que as pessoas atingidas pelas luzes perdiam hemácias.
 
“E quando observei que perdiam sangue, isso foi em função de uma pesquisa que fiz para saber porque as pessoas eram acometidas de extrema astenia, apatia e até inapetência, porque não podiam andar. Fiz inúmeros relatórios para o então secretário de Saúde na época, o Dr. Manoel Ayres”
 
O local da pele lesada pelo contato da luz era tratado clinicamente como se trata uma queimadura, porém, não consistia em uma queimadura comum.
 
“Quem teve contato com as primeiras pessoas agredidas pelo fenômeno chupa-chupa fui eu. Apesar de na época ter 22 anos e de ser extremamente cética, comecei a perceber alterações inexplicáveis para a Medicina. As queimaduras na pele das vítimas eram geralmente no pescoço e no hemotórax, acompanhadas de dois pequenos furos paralelos, como se fossem mordidinhas, mas que na realidade não eram”
 
“Qualquer pessoa, e não precisa ser médico para saber que uma queimadura só apresenta necrose da pele após 96 horas. Só que as queimaduras das vítimas das luzes apresentavam necrose da pele imediata, cinco minutos após o acontecido”
 
Seu superior imediato era o médico Dr. Luiz Flávio Figueiredo de Lima que segundo a médica, proibiu-lhe de comentar ou tornar públicas as ocorrências envolvendo os casos por ela tratados.
 
A Drª Wellaide afirmou que após 60 dias de ocorrências diárias ela começou a produzir relatórios para a coordenação da Secretaria Executiva de Saúde (SESPA). Porém, conforme informou ao periódico paraense foi proibida pela SESPA de admitir que algo de estranho estivesse ocorrendo. Ordens de silêncio e acobertamento pairaram sobre a profissional da Saúde, que pessoalmente, diz ter chegado a presenciar, a pouca distância, alguns fenômenos bastante inusitados, relacionados à ação dos UFOs naquela região. Ao ser interrogada sobre a origem daquelas luzes, a médica respondeu: “Eles (os seres que pilotavam os objetos luminosos) não poderiam ser russos, porque por mais avançada que fosse a tecnologia que os russos tivessem na época, ninguém seria capaz de produzir queimaduras num ser humano daquela forma”
 
Segundo a médica, a Força Aérea Brasileira (FAB) estaria taxando os casos de “histeria coletiva”, o que para ela, jamais poderia se tratar de fato, haja vista a quantidade de relatos idênticos e pessoas que receberam tratamento clínico.
 
“Ninguém pode ter o mesmo delírio, a mesma alucinação visual, auditiva ou sinestésica, ao mesmo tempo e em locais diferentes”
 
A médica afirma ter ficado altamente magoada diante desse fato:
“Com 22 anos de idade e ser diretora da Unidade Sanitária, ter pessoas na minha frente que precisavam ser pesquisadas, para se saber porque estavam inapetentes e porque não conseguiam andar ou falar. Procurar no arquivo os últimos exames realizados de hemograma e comparar com o atual, para descobrir por que eles estavam com baixíssimas taxas de hemácias e baixíssimas taxas de hemoglobina. A característica é que nenhum objeto pode causar necrose de pele por queimadura tão imediata. O terceiro fator é a alopecia, que é a queda definitiva e a impossibilidade de nascimento de pelos por toda a vida. As pessoas atingidas nunca mais tiveram pelos nascidos no local das queimaduras”
 
O caso ufológico na região amazônica do Brasil denominado Operação Prato foi abordado por vários veículos de comunicação, além da Revista Ufo e a Rede Globo no programa Fantástico e também através de um documentário em 2005 pela equipe do Linha Direta esteve no local nesse mesmo ano a equipe de TV a cabo dos Estados Unidos, o The History Channel, através da produtora Towers Productions para realizar a produção de um outro documentário.

 

 

 

 
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